Máxima:°
Mínima:°

Chuva: %

BUSCAR.
 
ENCONTRE:
com a palavra
com a palavra
com a palavra
ENCONTRE:
ENCONTRE:
palavra-chave
ENCONTRE UM ENDEREÇO:
Não digite "Rua", "Avenida", "prof.", "Dr." etc.
Digite parte do nome da rua. Ex.: para "Artur de Azevedo" digite apenas "Azevedo".
RUA/AVENIDA:
Nº:
 

02

07

2009






ESPECIAL

No coração do Morumbi

Como os moradores de uma das áreas mais valorizadas da cidade convivem com a vizinha Paraisópolis, favela que abriga 80 000 pessoas e foi cenário na semana passada de violências e vandalismos reprimidos pela polícia



ÍNDICE

 

ROTEIRO DA SEMANA

 

ARQUIVO

 

TRÂNSITO

Ônibus da discórdia

Comerciantes da Amauri querem que coletivos deixem de passar pela rua

 

Por João Batista Jr.

| 11.02.2009

 

 

Fernando Moraes
Veículos foram deslocados para a Rua Amauri em 2004: sem ponto por ali

Os carros de luxo que circulam pelos 180 metros do trecho entre as avenidas Faria Lima e Nove de Julho da Rua Amauri, famosa pela alta concentração de restaurantes badalados, no Itaim Bibi, podem se livrar do fardo de dividir espaço com os ônibus. Ao menos essa é a expectativa da associação de moradores e comerciantes dali. A entidade, criada no ano passado, se dispôs a fazer uma série de melhorias na via e, em dezembro, pediu à prefeitura que retirasse os coletivos. "Nosso objetivo é melhorar o trânsito, que fica engarrafado com a grande quantidade de automóveis, ônibus e serviços de valet", conta o empresário Paulo de Moraes. O problema se agrava quando algum cliente de um dos catorze restaurantes da região estaciona o carro no meio da rua para entregar a chave aos manobristas. "Aí, os motoristas dos ônibus metem a mão na buzina e irritam quem quer comer com tranquilidade", afirma Giliard dos Santos, funcionário da empresa de valet Golf Park.

A Amauri começou a receber ônibus em 2004, após a inauguração do Túnel Max Feffer. Por causa de mudanças no cruzamento da Avenida Cidade Jardim com a Faria Lima, parte dos coletivos teve sua rota desviada. "Propomos fazer uma reforma para que os veículos possam voltar para lá", diz Carlos Bettencourt, sócio do restaurante Trindade. A ausência de um ponto no trecho é outro argumento da associação para a saída dos grandalhões. Segundo a São Paulo Transportes (SPTrans), 150 coletivos cruzam a via por dia – ao passo que a Avenida Faria Lima recebe quase 6 000 no período. SPTrans e Companhia de En--genharia de Tráfego (CET) ainda não deram seu parecer sobre o assunto.

 

Um a cada cinco minutos

- Nos horários de pico, um ônibus cruza a Rua Amauri a cada cinco minutos, enquanto sessenta coletivos fazem o mesmo na Avenida Faria Lima.

 

- Quatro linhas de ônibus, sendo uma delas noturna, têm a rua em seus itinerários.

 

- 150 coletivos cruzam a via a cada 24 horas.

 

- Em 2008, a CET multou 3 396 carros na Amauri – 86% deles por estacionamento irregular.

 


 
 
 
Copyright © 2008
Editora Abril S.A.