A 28 a Bienal e outros bons programas que o paulistano pode fazer sem pôr a mão no bolso
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"Se Marta ganhar a prefeitura de São Paulo, que fale menos e faça mais. Se for Kassab, que faça mais onde menos fez. Assim teremos uma cidade bem administrada e um povo mais feliz."
Mônica Delfraro David
Parabéns pela iniciativa em apresentar as perguntas aos candidatos ("Espelho, espelho meu?", 22 de outubro). Porém, fiquei com uma dúvida. Na pergunta de Washington Olivetto, a candidata Marta diz que "o prefeito Kassab interrompeu também a coleta seletiva de lixo". Mas o que faz um caminhão de coleta seletiva todas as segundas-feiras à noite na minha rua, no bairro de Santana? Eu participo do programa, separando todas as semanas o lixo reciclável da minha residência, e outros vizinhos fazem o mesmo. Portanto, gostaria de expressar minha indignação em relação à ex-prefeita ao divulgar fatos errôneos sobre a atual gestão, apenas para confundir o eleitorado.
Renato Bras
Foi com enorme satisfação que vi Marta Suplicy chegar ao segundo turno atrás de Gilberto Kassab, quando todos previam uma enorme vantagem da candidata do PT. No próximo domingo, espero ter uma satisfação ainda maior: vê-la naufragar nas urnas. Além de ter sido uma prefeita muito fraca, ela é uma pessoa despreparada, arrogante e apelativa. Sua tática de desqualificar o prefeito Kassab e partir para a baixaria demonstra o desespero dessa senhora, que parece disposta a tudo para voltar a ser o centro das atenções. Felizmente, os eleitores hoje estão mais informados do que nunca e não se deixam levar por acusações sem embasamento.
Orlando Monteiro Júnior
Parabéns, Veja São Paulo, pela matéria sobre os candidatos à prefeitura. Fiquei muito emocionado ao reencontrar Alda Marco Antonio, com quem tive o privilégio de conviver na condição de assessor de imprensa quando ela conduziu a Secretaria de Relações do Trabalho do governo do estado, há 22 anos. Aguerrida, Alda se notabilizou pelas blitze realizadas nas empresas a fim de garantir a segurança e o bem-estar do trabalhador.
Afrânio de Oliveira Sobrinho
Com relação à reportagem "Alda, a vice" (22 de outubro), gostaria de esclarecer que não possuo empresa alguma. Sou engenheira autônoma e presto consultoria de saneamento básico à Unesco, atividade que interrompi em 2008 para me dedicar integralmente à campanha eleitoral.
Alda Marco Antonio
Esporte
Como pediatra e endocrinologista, não concordo com a reportagem sobre esportes praticados por crianças tão jovens nem com o quadro das melhores atividades para cada idade ("Pequenos corredores", 22 de outubro). O excesso de atividades esportivas nessa fase acarreta baixa estatura e lesões musculares e ósseas. Isso sem falar na parte emocional. Veja o exemplo da ginástica olímpica, em que as competidoras às vezes nem menstruam. Nenhum esporte ajuda a crescer. Ao contrário. A atividade atrapalha o crescimento infantil. Há também um limite muito pequeno entre o over training e o esporte nessa faixa etária. O correto é a prática esportiva sem exagero. Competições, somente após os 14 anos.
César de Souza Colaneri
Casamentos
Parabéns pela reportagem "O médico casamenteiro" (22 de outubro). Ficou muito legal, clara, informativa e verdadeira. O essencial foi passado. A revista certamente faz parte do momento de transformação e crescimento de meu projeto de vida, que é ajudar a construir um mundo melhor ao proporcionar uniões com grande chance de ser mais estáveis.
Adair Zan
Gabriel Chalita
Acompanho a brilhante carreira de Gabriel Chalita desde 1999, quando ele foi professor de filosofia do meu filho, na turma Domus Alpha do Colégio Pueri Domus ("O best-seller das urnas", 15 de outubro). Assim como os filósofos educadores, o professor Chalita passeava com seus discípulos pelos jardins da escola tecendo considerações a respeito da vida, da morte, da felicidade e da amizade. Para homenageá-lo, transcrevo as palavras dele, escritas a meu filho. "Viver é um constante recomeço. Não tenha medo. Acredite que os sonhos podem ser concretizados."
Esther Uzeda
Walcyr Carrasco
Li seu artigo e participo da sua dor ("Mais amor, menos descaso", 8 de outubro). Tenho amigos cujas crianças são diabéticas e vejo a preocupação que elas inspiram nos pais e em outras pessoas próximas, em mim, inclusive. Por outro lado, o comportamento de descaso não surpreende quando se observa que o objetivo maior da nossa sociedade é, infelizmente, o lucro, não a solidariedade. Seja como for, artigos como o seu ajudam a tornar o mundo mais humano.
Antonio Rubens de Castro
Profundamente tocante sua crônica. Educação virou um negócio rentável neste país. Parece que o envolvimento dos nossos "educadores" se limita a resolver os próprios problemas. É chocante, pois seria de esperar que tivessem um compromisso com algo maior - além de ganhar a vida, o que é necessário e justo. Alice, infelizmente, nasceu num país e num tempo em que pessoas se envergonham de não ser ricas e famosas, mas não se envergonham de falta de caráter. E as que têm valores éticos simplesmente não encontram ninguém para protegê-las das demais. Você tem razão, Walcyr: falta amor, compromisso e solidariedade. Mas não faltará galhardia à pequenina e à sua família.
Ana Cristina de Castro
Sou professora de um colégio particular de São Paulo e, assim como você e vários leitores, fiquei indignada com a atitude da escola de sua sobrinha. No colégio onde leciono e sou coordenadora, existem vários alunos com diabetes, e o mais novo deles tem 3 anos. Há uma enfermeira para atendê-los sempre que eles necessitam. Além de educação, oferecemos amor e carinho.
Augusta Rodrigues
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