Na comemoração dos cinquenta anos da bossa nova, o Parque do Ibirapuera recebe duas megaexposições e shows de João Gilberto, Roberto Carlos e Caetano Veloso
Parabéns pelas reportagens sobre o câncer que ataca e rapidamente vai consumindo a vida de São Paulo ("O inferno nosso de cada dia", 2 de julho). Parte do problema vem do fato de a cidade ter sido construída com base em um sistema viário europeu (ruas apertadas e quadras pequenas) e de termos nos desenvolvido em uma sociedade dependente de carros, semelhante à americana. As montadoras de automóveis deveriam financiar a expansão da malha viária paulistana. Senão, em breve não adiantará mais fabricar carros, já que nem teremos onde usá-los. Eu tenho opção. Vou para o meu trabalho a pé. Mas lamento pelas pessoas que não podem fazer isso.
Rafael Alves Rocha
A situação chegou ao estágio atual por obra de nossa própria estupidez. As vias públicas da cidade são usadas como estacionamento por pessoas e empresas. No Japão, você só adquire um carro se provar que tem onde guardá-lo. Mas, por aqui, parece ser mais interessante taxar a circulação e multar do que resolver. Afinal, para que servem nossos administradores senão para achacar o contribuinte?
Eider Amorim
Sugiro que a CET volte a ter um telefone exclusivo. Atualmente o serviço é concentrado no % 156, da prefeitura.
Gerson Marques Groger
O aperfeiçoamento do transporte coletivo é a única saída para o problema dos congestionamentos. A utilização de veículos individuais precisa ser desestimulada.
Tiago Veloso
Como bom contribuinte de vários impostos municipais, sugiro aos próximos candidatos a prefeito que repensem a existência da CET. O dito órgão é totalmente inútil, despreparado e tão atualizado como suas Kombi amarelas que ainda rodam pela cidade.
Alex Waldemar
Paulo Maluf
Maluf estampa, sim, a capa de Vejinha ("E ele ainda quer ser prefeito", 2 de julho). Basta observarmos a ilustração para notar que ele está lá, avermelhado, olhando com um sorrisinho maroto todo o caótico trânsito da metrópole paulistana.
Caio Ferreira de Lima
Depois de ler que o candidato tem certeza absoluta de que irá para o céu quando morrer, só posso concluir uma coisa: Paulo Maluf é ateu.
Veruska Darezzo
Volte, Paulo Maluf. Quero conseguir engatar a terceira marcha do meu carro.
Antonio Luiz Paladino
Parabéns, Veja São Paulo, pela atitude de não colocar tal cidadão estampado na capa. Não existem palavras para descrever esse senhor que insiste em continuar na vida pública.
Nicyanara Ferreira
Discordo não da ausência de Paulo Maluf na capa da última edição, mas de Marta Suplicy não ter sido incluída nesse critério. É importante lembrar que ela figura como uma prefeita que dilapidou os cofres paulistanos, descumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Roberto Dignola
Como paulistana, agradeço de coração o respeito que vocês tiveram comigo ao não colocar Maluf na capa de Vejinha. Estamos na hora do "basta".
Mariangela Calazans de Freitas
Mesmo não sendo sua eleitora, fiquei surpresa com as explicações contidas na Carta ao Leitor justificando o fato de Paulo Maluf não ter aparecido na capa. Gostaria de lembrá-los de que evidências não são provas.
Heloisa Helena Griesinger
Julgo que vocês cometeram uma grande injustiça na última edição. Por coerência, a mesma oportunidade dada aos demais candidatos deveria ter sido reservada a Paulo Maluf.
Pedro Paiola
Paulo Maluf é uma lenda, um ícone. Não existem "martistas", "kassabistas" ou "alckministas". Apenas "malufistas".
Angélica D´Agostini Rodrigues
Walcyr Carrasco
Diverti-me muito ao ler sua última crônica ("Disco voador", 2 de julho). Recordei-me da história do ET de Varginha. Parabéns pelo seu texto. Em época de trânsito caótico e eleições, eu adoraria tomar um café com um extraterrestre para passar o tempo.
Maisa Pereira
A primeira coisa que faço ao receber a revista é ler a última página. Guardo todas as suas crônicas – arranco a folha e a coloco em uma pasta. Você não imagina como o seu humor me deixa alegre e feliz. Obrigada.
Eliete Perino
John Neschling
O maestro Neschling não sabe direito o que são 100 000 reais ("No tom do trombone", 25 de junho). Respondo a ele: são mais de 200 salários mínimos, valor que 99% dos brasileiros nem sonham ganhar. Milhões, inclusive, financiam tal quantia em vinte anos, para realizar o sonho da casa própria. Pela sua arrogância, o maestro merece morrer de fome.
Dionisio Pastore
John Neschling foi muito feliz ao comparar a volta de uma seleção campeã da Copa com o retorno da Osesp de uma turnê no exterior. Por outro lado, equivocou-se profundamente ao propalar que seu salário de 100 000 reais seria baixo em um país como o nosso.
Mauro Sergio dos Santos